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09 Jun: As comunidades formadas dos descendentes de trabalhadores negros nas grandes terras de fazendeiros de onde estes trabalhadores rurais criaram suas famílias trabalhando da terra que tudo dá. As fazendas se dividem em localidades, tabuleiros, pedregosos e em morros e relevos. As terras são escassas de tempo em tempo falta água fonte de sobrevivência mesmo fazendo parte de um grande rio o Paraguaçu. O extrativismo da caatinga é feito nas terras das fazendas no torno das comunidades sustentando quem não pode de tudo comprar plantando para colher e se alimentar, não existe uma grande caatinga nativa. A cultura do mel tem sua particularidade onde as abelhas se alimentam de espécies da caatinga e da florada do pasto, onde é extraído e aproveitado do trabalho de jovens e mulheres que contam com apoio de estrutura e equipamentos do Governo da Bahia. A mandioca cultivada é feita ao modo tradicional, as receitas são do conhecimento da cultura negra que tem o prazer em produzir e servir alimentos que mantém as tradições e a comunidade viva e unida.

 

Os grupos culturais, frentes de trabalho, grupos festivos isolados acontecem de comunidade para comunidade nas localidades e em torno do convívio familiar há comunidades quilombolas de pescadores como da Ilha de Campinhos, agricultores e produtores mantendo a produção cultural e nativa nas suas casas durante o período da seca ou do verde. Estão construindo sua historia tranqüila e calma vivendo da terra que tudo dá, de tempo em tempo quando chuva há.

 

A associação de produção local fornece a merenda escolar como à comunidade de Paul Altos, a concentração fundiária aí presente comprova que o domínio dos meios de produção no espaço rural não se modificou de forma significativa ao longo do tempo e o mercado convencional não atende ao consumo como exemplo de Santo Estevão Velho, às vezes é informal, e sem organização comercial que é natural em diversos munícipes, tendo seu abastecimento relacionado a outras cidades como Feira de Santana e Santo Estevão por serem cidades mais próximas.

 

OBSERVAÇÕES

 

Olhar para o futuro é preciso, contar com o apoio de programas do governo, que deverão chegar a um momento oportuno, as associações terá que pensar é uma produção relevante para abastecer o mercado das grandes cidades com o que é plantado, criado, extraído no município, obtendo assim estrutura e o reconhecimento da comunidade a nível municipal. A comunicação leva a manter a valorização da história, cultura e do modo de vida em Antonio Cardoso e de seus conhecimentos tradicionais.

 

 

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Autor: Juliano Carvalho